Nada será igual?

Já vivíamos – antes da pandemia – uma época difícil. Os fatos foram nos mostrando, cada vez mais, que o mundo tem perdido toda e qualquer referência ao bem ao se afastar de Deus.

Não há quem não reflita, no momento em que o mundo atual passa, sobre como será o “dia seguinte”; tanto na ordem civil – dentro das variadas características das sociedades em que vivem os homens deste século XXI – como dentro da Santa Igreja Católica.

Os que têm um mínimo de discernimento, assistindo aos acontecimentos humanos, tem certeza de que o que virá é consequência de um processo que vem de longe.

Mudanças de mentalidade, cultura, formas de viver e de se vestir

Expressivas ilustrações comparativas me ocorreram sobre as mudanças de mentalidade, cultura, formas de viver e de se vestir que a sociedade sofreu em um século.

Uma delas mostra um menino, com um avental bem passado e ordenado, oferecendo um buquê de flores para a professora situada em sua mesa, tendo ao seu lado o tradicional quadro escolar; em contraste, uma criança vestida de qualquer forma, ameaçando com uma arma seu professor, vestida de forma diferente da anterior, com um computador em sua mesa de trabalho.

Que tempos! Outra mostra um menino empinando uma pipa e, ao lado dele, 10 anos depois, outro pilotando um… drone. E assim as vinhetas correm.

Especialmente decisivo é o de uma mãe que puxa o filho pela orelha até a casa, porque… ele estava jogando futebol. Na outra ilustração… a mãe puxando o filho pela orelha, para a rua, celular na mão, para brincar.

O mundo está mudando

Quantas diferenças com a vida do passado! Se sente que as transformações parecem ter se acelerado neste período de pandemia. A saúde, a educação, o trabalho, a vida familiar, a diversão, a rotina diária das pessoas foi quebrada. A quarentena nos deixou cheios de problemas. Um verdadeiro pesadelo hoje fere os lares, produzindo tensão e desânimo. Por isso, surge a questão crucial: nada será igual?

O mundo está mudando de tal forma que pessoas sensatas estão assustadas. Você passou de uma relativa tranquilidade na vida familiar, trabalho ou relações sociais, repentinamente, para uma situação de incerteza, de não saber o que vai acontecer. Tudo está assumindo peculiaridades que saem do contexto da pandemia.

Por um lado, compreendem o risco do contágio, eles se previnem, seguem as normas. Por outro, sofrem o golpe econômico que os aproxima da pobreza, da falta de trabalho e de um futuro incerto. Segundo o chamado “barômetro covid-19” de Kantar (maior empresa mundial de dados e consultoria), quase 90% dos latino-americanos perderam parte de sua renda.

Para aumentar as preocupações, começam convulsões em diversos países que não se sabe a que situação de caos poderão chegar. Alguns já sentem, e muitos estão convencidos, que nada será igual, o mundo não será o mesmo.

O Purpurado frisou categoricamente que os políticos “só podem ser chamados de católicos se aceitarem a obrigação de lutar pelos princípios fundamentais da ética social, que são os direitos dos homens”.

Uma ‘refundação’ sem Deus

Vêm à luz – visto que já existiam anteriormente na “sombra” – correntes de opinião que propõem uma reconstrução econômica e social sustentável e nova após a pandemia, mas que escondem um pano de fundo ideológico, propõem o “grande recomeço”. Querem construir sobre bases totalmente novas, começando pelos sistemas socioeconômicos, entre outros.

A respeito desta espécie de “refundação do mundo”, alertou o Cardeal Gerhard Müller, ex-Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, dizendo que utilizam a crise provocada pela pandemia como pretexto para uma remodelação fundamental da forma como os seres humanos coexistem nesta terra. Propõem uma nova imagem da humanidade, que omite Deus no plano do homem, desconsiderando que: “só a graça de Deus pode nos redimir e dar-nos a liberdade e a glória dos filhos de Deus” (8.2.2021). É impensável propor um “novo homem” e um “novo mundo” sem considerar Deus.

Já vivíamos – antes da pandemia – uma época difícil, a bem dizer a mais difícil de todas as épocas. Os fatos foram nos mostrando, cada vez mais, que o mundo tem perdido toda e qualquer referência ao bem ao se afastar de Deus. Se perdeu o bom exemplo que atrai os homens à virtude. Inclusive – espante-se leitor -, muitas vezes, aqueles que deveriam ser um baluarte da ortodoxia na Fé, se deixaram levar e dão mau exemplo.

Recordando a mensagem de Fátima

Tudo isto traz à nossa memória as palavras proferidas por Nossa Senhora em Fátima aos três pastorinhos em 1917: “se não deixarem de ofender a Deus”, ao que seguiram outras palavras expressivas: “Ele castigará o mundo por seus crimes através da guerra, da fome e das perseguições à Igreja e ao Santo Padre”.

Por quanto tempo Deus continuará a permitir uma situação como a que testemunhamos?

Chama a atenção – neste panorama – que em uma parte de sua Mensagem afirmou: “Ainda voltarei uma sétima vez”, algo que ainda não aconteceu. Cheios de esperança, podemos dizer que caminhamos para aquela que pode ser considerada a maior manifestação do amor de Deus pelos homens em toda a História.

Mas nos perguntamos: quando Ela voltar, como nos encontrará? Os homens permanecerão descontrolados e imersos na imoralidade? Fica cada vez mais claro que o mundo se encontra assim por ter desprezado os conselhos maternos da Santíssima Virgem.

Acreditamos que a humanidade confusa e atordoada buscará a verdadeira Igreja, a Santa Igreja Católica, em meio de uma tenebrosa noite, quando as águas dos acontecimentos previstos em Fátima toquem seus pés. Serão os “novos céus e uma nova terra”, parafraseando o profeta Isaías (65, 17-19), um novo estado de coisas, longe das angústias físicas e morais. “Recomeço” autenticamente cristão, cheio da presença de Deus entre os homens, que apresentarão, não poucos, o seu arrependimento, diante dos contratempos do momento, rumo ao triunfo do Imaculado Coração de Maria.

Por Padre Fernando Gioia, EP

Traduzido por Emílio Portugal Coutinho.

(Publicado originalmente em La Prensa Gráfica de El Salvador, 23 de maio de 2021)
Redação (27/05/2021 10:47, Gaudium Press)


Qual a origem das festas juninas?

As festas juninas têm o poder tendencial de reavivar velhas tradições, reforçar laços de origem e recriar no presente o itinerário feito pelos nossos antepassados.

Com a chegada do inverno, o mês de junho nos é muito grato pela lembrança da festa de três Santos, entre os mais conhecidos no Brasil: Santo Antônio no dia 12, São João no dia 24 e São Pedro no dia 29. Cada um deles é festejado com muita participação popular, demonstrando uma devoção ardorosa por parte dos fiéis.

Esta comemoração provém ainda da antiguidade pagã, em que se assinalava, na Europa, o início do verão e o consequente tempo do início da preparação da terra para o cultivo.

Com a oficialização do cristianismo no Ocidente, no século IV, a Igreja foi sabiamente incorporando algumas tantas celebrações pagãs substituindo-as pela comemoração de festas católicas. Por exemplo, o Natal sobrepujou a festa romana das saturnais, que indicavam o início das semeações, com o solstício de inverno; ou a festa de Todos os Santos, comemorada entre os Gauleses e Celtas, significando o fim do verão e o início de um ano novo.

Assim também com as festas juninas. Especial popularidade teve e continua a manter a festa de São João Batista, o precursor de Nosso Senhor.

Chegada das festas juninas no Brasil

Quando os jesuítas chegaram ao Brasil, difundiram, junto com a pregação do Evangelho, várias festas religiosas, pois que rapidamente as celebrações mostravam-se muito eficazes para atrair a atenção dos indígenas – pouco afeitos a pregações doutrinárias abstratas – para com a mensagem catequizadora dos sacerdotes. Especialmente as festas juninas (joaninas), que eram realizadas com fogueiras, orações e muito convívio e que coincidiam com o período em que os índios, outrora, realizavam seus rituais de fertilidade.

Esta tradição manteve-se até hoje em várias cidades brasileiras. Nas festas juninas costuma-se agradecer a abundância das colheitas do ano anterior, reforçar os laços familiares e rezar para que os maus espíritos, os demônios, não impeçam a próxima safra.

Encontramos vários aportes de outros países nas comemorações juninas no Brasil. Da Franca, por exemplo, vieram os passos e algumas marcações inspiradas nas danças da antiga nobreza europeia. De parte dos chineses vieram os bem conhecidos fogos de artifício. Por sua vez a dança-de-fitas, bastante comum no sul do Brasil, é originária de Portugal e da Espanha.

O significado da fogueira e dos balões

Para os católicos, a fogueira – praticamente o maior símbolo das comemorações juninas – tem suas raízes em um trato feito entre a Santíssima Virgem e sua prima Santa Isabel: para avisar Nossa Senhora do nascimento de São João Batista e assim ter seu auxílio após o parto, Santa Isabel acendeu uma fogueira sobre um monte, para que pudesse ser visto de longe, situado perto de sua residência.

Além da fogueira, também os balões possuem vestígios de cunho religioso, pois era-lhes atribuído, outrora, uma função mensageira: levar as orações e os pedidos dos fiéis aos santos.

As tradições juninas no Brasil

É fato que as festas juninas, trazidas a nós pelos portugueses, já existiam na região sul do Brasil, com particularidades culturais próprias, desde que essa região começou a ser povoada, no início do século XVIII.

No Nordeste do Brasil, existe uma tradição que manda que os festeiros visitem, em grupos, todas as casas onde sejam bem-vindos. Os donos das casas, em contrapartida, mantêm uma mesa farta de bebidas e comidas típicas para servir os grupos. Os festeiros acreditam que a manutenção do hábito seja uma maneira de integrar as pessoas da cidade.

As festas juninas têm o poder tendencial de reavivar velhas tradições, reforçar laços de origem e recriar no presente o itinerário feito pelos nossos antepassados.

Por Guy de Ridder

Redação (17/06/2021 15:23, Gaudium Press)


A história e o significado da medalha de São Bento

A Medalha de São Bento é sacramental e poderoso instrumento de proteção contra o demônio, o pecado e toda espécie de males. Ao longo dos séculos, numerosos foram os testemunhos dos que alcançaram graças através desta Medalha: socorro em casos de doenças, proteção contra calúnias, feitiços e acidentes em viagens; conversões e exorcismos de pessoas, além de conceder graças especiais na hora da morte; entre outros inúmeros efeitos.

História da Medalha de São Bento

Sua origem remonta o seguinte fato. Certa vez, um homem, invejoso e inescrupuloso, quis tomar as terras pertencentes à ordem de São Bento na cidade alemã de Metten, onde existia um grande mosteiro. Para isso, recorreu a um grupo de feiticeiras que pediram ao pai da mentira que os arrancasse dali. Durante muito tempo as bruxas pediram ao demônio aquele feito, mas nada conseguiram.

Ora, querendo saber o motivo de não conseguir alcançar seu objetivo, o homem então perguntou a uma das mulheres, que lhe disse: “Nada podemos fazer nos locais onde certa cruz está inscrita”. Assustado, o homem voltou para casa e pouco tempo depois caiu doente. Na hora da morte confessou seus pecados e contou aos que estavam ao seu redor o fato. A notícia correu rapidamente pela região e quando foram averiguar, encontraram em diversas partes do convento a imagem da cruz de São Bento. Esta Cruz que no século XVII afugentou o inimigo infernal e protegeu o convento de Metten é a que encontramos hoje gravada na medalha de São Bento. Mais tarde, a imagem da Santa Cruz foi inserida por uma concessão do Papa Bento XIV (1741).

Oração da Medalha de São Bento em latim e português

Na face onde vemos a Cruz temos inscrito ao seu redor a palavra PAX (paz), ou seja, o lema da Ordem de São Bento (beneditinos). Às vezes, PAX é substituído pelo monograma de Cristo “IHS”. Assim, para entender a oração da Medalha de São Bento é necessário recorrer às inscrições da própria medalha. Entre os braços da Cruz há quatro iniciais (letras) “C.S.P.B.”, que significam “Crux Sancti Patris Benedicti” – “A Cruz do Santo Pai Bento”

Ao redor temos a oração de um exorcismo que está resumido nas letras:

“C.S.S.M.L”: “Crux Sacra Sit Mihi Lux” – “A Cruz sagrada seja minha luz”.

“N.D.S.M.D”: “Non Draco Sit Mihi Dux” – “Não seja o dragão meu guia”.

“V.R.S.N.S.M.V”: “Vade Retro Satana Nunquam Suade Mihi Vana” – “Retira-te Satanás, nunca me aconselhes coisas vãs!”

“S.M.Q.L.I.V.B” – “Sunt Mala Quae Libas Ipse Venena Bibas” – “É mau o que me ofereces, bebe tu mesmo os teus venenos!”.

*   *   *   *   *

Não há registros de quando a medalha do Patriarca foi confeccionada por primeira vez; há apenas registros dessa confecção a partir do século XV. A versão final da medalha data do ano 1880, em comemoração dos 1400 do nascimento de São Bento. Por isso, é também chamada de “medalha do jubileu”. A inscrição “Vade retro Satana” indica suas propriedades exorcísticas. Tal medalha também é considerada por alguns como “medalha exorcística”.

Imagem e cruz da medalha de São Bento

No verso da medalha vemos a imagem de São Bento, segurando na mão esquerda o livro da Regra que ele escreveu para os monges e, na outra mão, sustenta uma Cruz; junto a ele vemos um cálice, do qual sai uma serpente, e um corvo. Estes dois símbolos relembram as duas tentativas de envenenamento do Santo.

Escritos ao redor da medalha de São Bento

Ao redor da Imagem de São Bento lê-se: “Eius In Obitu Nro Praesentia Muniamur” – “Sejamos confortados pela presença de São Bento na hora de nossa morte”. Um pedido que unido ao da Ave-Maria, “rogai por nós pecadores, agora e na hora de nossa morte”, nos enche de confiança no momento presente e na nossa hora derradeira, quando esperamos ouvir dos lábios do Divino Mestre: “Vinde, benditos de meu Pai”.

Como usar a medalha de São Bento?

A medalha de São Bento pode ser utilizada de acordo com as necessidades do fiel: seja no pescoço, junto ao rosário, no carro, junto ao chaveiro ou em qualquer lugar da casa, por exemplo.

Tentativa de morte e bênção de São Bento

Dois fatos estão gravados na medalha de São Bento. O primeiro ocorreu em um mosteiro próximo à gruta onde São Bento se refugiara, que estava sem abade. Os monges pediram que o Santo assumisse o cargo de superior, mas ele não queria aceitar, explicando que os seus costumes não iriam se harmonizar com os dos monges que levavam uma vida já solta e sem observância da regra. Mas depois de muita insistências dos religiosos, ele acabou aceitando.

Pois bem, São Bento começou então a exigir a observância dos costumes e da regra do mosteiro. Arrependidos pela escolha de tal superior, decidiram matá-lo, colocando veneno na taça de vinho. Quando o servo de Deus sentou-se à mesa, apresentaram-lhe a bebida. Seguindo o costume da casa, estendeu a mão e pronunciou a bênção. No mesmo instante a taça se espatifou, reduzindo-se a cacos. Compreendendo o que havia se passado, levantou-se tranquilamente e reuniu a comunidade, dizendo: “Deus tenha compaixão de vós, irmãos. Por que me quisestes fazer isto? Não vos disse eu previamente que não se harmonizariam os vossos costumes com os meus? Ide, e procurai para vós um Pai consoante à vossa vida; depois disto já não me podereis reter”. Assim, São Bento retornou para sua gruta.

A inveja de um sacerdote em relação a São Bento

O segundo fato gravado na medalha de São Bento é o de um sacerdote de uma igreja próxima ao mosteiro onde então morava São Bento, começou a invejar as virtudes do santo, e não conseguindo denegrir a pessoa do servo de Deus decidiu matá-lo enviando de presente um pão envenenado.

No momento das refeições, era costume aparecer um corvo que era alimentado diariamente com um pedaço de pão que recebia das mãos de São Bento. Naquele dia, no momento em que a ave apareceu, foi revelado ao santo o crime do presbítero invejoso. São Bento atirou para o corvo o pão inteiro e ordenou que o atirasse para longe, onde ninguém pudesse encontrá-lo. O pássaro tomou o pão no bico e voou para longe, voltando depois sem nada. (EPC)

Redação (Segunda-feira, 21-06-2021, Gaudium Press


Somos Administradores... I Padre Alex Brito (Liturgia Diária, 17 nov. 2021)


Quarta-feira I 33ª Semana do Tempo Comum
Evangelho - Lc 19,11-28

Naquele tempo, Jesus acrescentou uma parábola, porque estava perto de Jerusalém e eles pensavam que o Reino de Deus ia chegar logo. Então Jesus disse:

“Um homem nobre partiu para um país distante, a fim de ser coroado rei e depois voltar. Chamou então dez dos seus empregados, entregou cem moedas de prata a cada um e disse: ‘Procurai negociar até que eu volte’.

Seus concidadãos, porém, o odiavam, e enviaram uma embaixada atrás dele, dizendo: ‘Nós não queremos que esse homem reine sobre nós’. Mas o homem foi coroado rei e voltou. Mandou chamar os empregados, aos quais havia dado o dinheiro, a fim de saber quanto cada um havia lucrado. O primeiro chegou e disse: ‘Senhor, as cem moedas renderam dez vezes mais’. O homem disse: ‘Muito bem, servo bom. Como foste fiel em coisas pequenas, recebe o governo de dez cidades’.

O segundo chegou e disse: ‘Senhor, as cem moedas renderam cinco vezes mais’. O homem disse também a este: ‘Recebe tu também o governo de cinco cidades’. Chegou o outro empregado e disse: ‘Senhor, aqui estão as tuas cem moedas que guardei num lenço, pois eu tinha medo de ti, porque és um homem severo. Recebes o que não deste e colhes o que não semeaste’. O homem disse: ‘Servo mau, eu te julgo pela tua própria boca. Tu sabias que eu sou um homem severo, que recebo o que não dei e colho o que não semeei. Então, por que tu não depositaste meu dinheiro no banco? Ao chegar, eu o retiraria com juros’. Depois disse aos que estavam aí presentes: ‘Tirai dele as cem moedas e dai-as àquele que tem mil’. Os presentes disseram: ‘Senhor, esse já tem mil moedas!’ Ele respondeu: ‘Eu vos digo: a todo aquele que já possui, será dado mais ainda; mas àquele que nada tem, será tirado até mesmo o que tem. E quanto a esses inimigos, que não queriam que eu reinasse sobre eles, trazei-os aqui e matai-os na minha frente’”. Jesus caminhava à frente dos discípulos, subindo para Jerusalém.

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Ne timeas Maria | Tomás Luis de Victoria (Louvor Perene, 15 nov. 2021)


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Ne timeas Maria | Tomás Luis de Victoria (Louvor Perene, 15 nov. 2021)

“Não temas Maria!”, estas foram as palavras dirigidas pelo Arcanjo Gabriel Àquela que se tornou a Mãe de Deus. É difícil imaginar a modulação com que a frase angélica foi pronunciada. Porém, o compositor Tomás Luis de Victoria, nascido em 1548, em Ávila, Espanha, quis colocar em harmonia aquilo que para o homem não é fácil imaginar, as palavras de um Anjo. Para isso, compôs o moteto Ne timeas Maria.
A produção conhecida de Tomás Luis de Victoria compreende 21 missas e 44 motetos, além de magnificats, missas fúnebres, salmos, hinos e composições para a Semana Santa, como Improperia e Lamentações de Jeremias. O moteto Ne timeas Maria, de 1572, fez parte da primeira publicação de músicas que o autor compôs in Motecta I, Tomás Luis de Victoria, nº 9.


Deixe-se Amar! I Padre Carlos Adriano (Liturgia Diária, 16 nov. 2021)


Terça-feira I 33ª Semana do Tempo Comum
Evangelho - Lc 19,1-10

Naquele tempo, Jesus tinha entrado em Jericó e estava atravessando a cidade. Havia ali um homem chamado Zaqueu, que era chefe dos cobradores de impostos e muito rico. Zaqueu procurava ver quem era Jesus, mas não conseguia, por causa da multidão, pois era muito baixo. Então ele correu à frente e subiu numa figueira para ver Jesus, que devia passar por ali. Quando Jesus chegou ao lugar, olhou para cima e disse: “Zaqueu, desce depressa! Hoje eu devo ficar na tua casa”. Ele desceu depressa, e recebeu Jesus com alegria. Ao ver isso, todos começaram a murmurar, dizendo: “Ele foi hospedar-se na casa de um pecador!” Zaqueu ficou de pé, e disse ao Senhor: “Senhor, eu dou a metade dos meus bens aos pobres, e se defraudei alguém, vou devolver quatro vezes mais”.

9Jesus lhe disse: “Hoje a salvação entrou nesta casa, porque também este homem é um filho de Abraão. 10Com efeito, o Filho do Homem veio procurar e salvar o que estava perdido”.

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Enxergando com a LUZ da FÉ! I Padre Lucas Garcia (Liturgia Diária, 15 nov. 2021)


Segunda-feira I 33ª Semana do Tempo Comum
Evangelho - Lc 18,35-43

Quando Jesus se aproximava de Jericó, um cego estava sentado à beira do caminho, pedindo esmolas. Ouvindo a multidão passar, ele perguntou o que estava acontecendo. Disseram-lhe que Jesus Nazareno estava passando por ali. Então o cego gritou: “Jesus, filho de Davi, tem piedade de mim!” As pessoas que iam na frente mandavam que ele ficasse calado. Mas ele gritava mais ainda: “Filho de Davi, tem piedade de mim!” Jesus parou e mandou que levassem o cego até ele. Quando o cego chegou perto, Jesus perguntou: “Que queres que eu faça por ti?” O cego respondeu: “Senhor, eu quero enxergar de novo”. Jesus disse: “Enxerga, pois, de novo. A tua fé te salvou”. No mesmo instante, o cego começou a ver de novo e seguia Jesus, glorificando a Deus. Vendo isso, todo o povo deu louvores a Deus.

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Missa de Domingo - 33º Domingo Do Tempo Comum. Deixe suas intenções!


https://www.sympla.com.br/santa-missa-presencial-na-basilica-de-nossa-senhora-do-rosario---arautos-do-evangelho__1406273

Quer assistir à Santa Missa na Basílica de Nossa Senhora do Rosário? Inscreva-se para a Missa do próximo domingo, 14 de novembro às 11:00h.

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Missa de Domingo - 33º Domingo Do Tempo Comum - 14 de Novembro de 2021.

Salve Maria! Hoje a Santa Missa será celebrada na Basílica Nossa Senhora do Rosário, Caieiras - SP.

Evangelho - Mc 13,24-32
"Ele reunirá os eleitos de Deus, de uma extremidade à outra da terra."
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Leitura do dia 14 de novembro de 2021
https://www.arautos.org/secoes/servicos/evangelhodiario/evangelho-do-dia-2021-11-14-298888
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Não DESISTA! I Padre Carlos Adriano (Liturgia Diária, 13 nov. 2021)


Sábado I 32ª Semana do Tempo Comum
Evangelho - Lc 18,1-8

Naquele tempo, Jesus contou aos discípulos uma parábola, para mostrar-lhes a necessidade de rezar sempre, e nunca desistir, dizendo: “Numa cidade havia um juiz que não temia a Deus, e não respeitava homem algum. Na mesma cidade havia uma viúva, que vinha à procura do juiz, pedindo: ‘Faze-me justiça contra o meu adversário!’ Durante muito tempo, o juiz se recusou. Por fim, ele pensou: ‘Eu não temo a Deus, e não respeito homem algum. Mas esta viúva já me está aborrecendo. Vou fazer-lhe justiça, para que ela não venha agredir-me!’” E o Senhor acrescentou: “Escutai o que diz este juiz injusto. E Deus, não fará justiça aos seus escolhidos, que dia e noite gritam por ele? Será que vai fazê-los esperar? Eu vos digo que Deus lhes fará justiça bem depressa. Mas o Filho do homem, quando vier, será que ainda vai encontrar fé sobre a terra?”

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Quando o HOMEM faz da CRIATURA um DEUS... I Padre Alex Brito (Liturgia Diária, 12 nov. 2021)


Sexta-feira I 32ª Semana do Tempo Comum
Evangelho - Lc 17,26-37

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: “Como aconteceu nos dias de Noé, assim também acontecerá nos dias do Filho do Homem. Eles comiam, bebiam, casavam-se e se davam em casamento, até o dia em que Noé entrou na arca. Então chegou o dilúvio e fez morrer todos eles. Acontecerá como nos dias de Ló: comiam e bebiam, compravam e vendiam, plantavam e construíam. Mas no dia em que Ló saiu de Sodoma, Deus fez chover fogo e enxofre do céu e fez morrer todos. O mesmo acontecerá no dia em que o Filho do Homem for revelado. Nesse dia, quem estiver no terraço, não desça para apanhar os bens que estão em sua casa. E quem estiver nos campos não volte para trás. Lembrai-vos da mulher de Ló. Quem procura ganhar a sua vida vai perdê-la; e quem a perde vai conservá-la. Eu vos digo: nesta noite, dois estarão numa cama; um será tomado e o outro será deixado. Duas mulheres estarão moendo juntas; uma será tomada e a outra será deixada. Dois homens estarão no campo; um será levado e o outro será deixado”. Os discípulos perguntaram: “Senhor, onde acontecerá isso?” Jesus respondeu: “Onde estiver o cadáver, aí se reunirão os abutres”.

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